Será que cada vez que chamamos “pai”, temos a noção do que isso significa? Confesso que não. Às vezes chamamos por ele como se fosse outra pessoa qualquer, para pedir isto, reparar naquilo ou dizer simplesmente o que vamos fazer pelo hábito de dar satisfações. Achamos uma perfeita chatice quando eles nos proíbem disto e daquilo, um martírio ouvi-los quando levantam o tom de voz, achamos um exagero a forma como julgam o que fazemos, vemo-lo antiquado perante as repetidas reclamações dos nossos hábitos de hoje. E no fundo, se pensarmos bem, devíamos era ficar felizes por isso.
Porquê? Porque se o fazem é porque se preocupam, porque nos protegem acima de tudo e todos, porque temem por nos perderem, ou por nós, muito mais inocentes do que pensamos, nos perdermos neste mundo tão ingrato e cheio de caminhos sem luz ao fundo. Eles só querem que nos guiemos pela luz deles, pelo colo deles, por tudo o que eles querem que nós sejamos como os seus semelhantes. Se me perguntarem do nada em quem me orgulho? Sem dúvida que respondo “do meu pai!”. Mas sem dúvida mesmo! E ponho-me a pensar que, se calhar, na maior parte das vezes não lhe consigo demonstrar isso, mas se vivo todos os dias um pouco mais descansada, é porque sei que todos os dias chego a casa e tenho lá o meu pai, se me acontecer alguma coisa, posso chamar o meu pai, e sei que ele vai fazer tudo por mim, até não poder mais! Mas o dia de hoje não é só dos pais presentes, há quem não o tenha. E eu? Eu não me imagino sem o meu, não mesmo. Sentiria falta dos beijos que me dá e que me picam a cara, dos abraços antes de dormir, da forma sábia como me responde às perguntas que lhe faço, de observar a maneira como ele encara a vida, da forma como se dá aos outros, e até dos ralhetes por vezes tão desnecessários mas que numa palavra ou noutra espelham sempre alguma razão de quem sabe bem mais da vida do que eu. Não consigo imaginar a dor que deve ser sentir falta disto tudo, de um porto tão seguro como o de um pai! O único homem que nos ama sempre!, o amor mais eterno que uma mulher pode receber. Sim, eterno! Porque mesmo que ele não esteja fisicamente, ele nunca se vai do coração, fica para sempre como o nosso anjo da guarda, e todas as noites nos brinda com o brilho das estrelas! E o que somos hoje? Devemo-lo a eles. É algo que fica sempre, o que eles nos ensinaram. É preciso muita força, um pai nunca nos deixa sem nada, e não há orgulho maior.
Se dei valor ao que tenho, foi hoje. Obrigada por tudo pai, só espero que tenhas tanto orgulho em mim como tenho em ti.
Porquê? Porque se o fazem é porque se preocupam, porque nos protegem acima de tudo e todos, porque temem por nos perderem, ou por nós, muito mais inocentes do que pensamos, nos perdermos neste mundo tão ingrato e cheio de caminhos sem luz ao fundo. Eles só querem que nos guiemos pela luz deles, pelo colo deles, por tudo o que eles querem que nós sejamos como os seus semelhantes. Se me perguntarem do nada em quem me orgulho? Sem dúvida que respondo “do meu pai!”. Mas sem dúvida mesmo! E ponho-me a pensar que, se calhar, na maior parte das vezes não lhe consigo demonstrar isso, mas se vivo todos os dias um pouco mais descansada, é porque sei que todos os dias chego a casa e tenho lá o meu pai, se me acontecer alguma coisa, posso chamar o meu pai, e sei que ele vai fazer tudo por mim, até não poder mais! Mas o dia de hoje não é só dos pais presentes, há quem não o tenha. E eu? Eu não me imagino sem o meu, não mesmo. Sentiria falta dos beijos que me dá e que me picam a cara, dos abraços antes de dormir, da forma sábia como me responde às perguntas que lhe faço, de observar a maneira como ele encara a vida, da forma como se dá aos outros, e até dos ralhetes por vezes tão desnecessários mas que numa palavra ou noutra espelham sempre alguma razão de quem sabe bem mais da vida do que eu. Não consigo imaginar a dor que deve ser sentir falta disto tudo, de um porto tão seguro como o de um pai! O único homem que nos ama sempre!, o amor mais eterno que uma mulher pode receber. Sim, eterno! Porque mesmo que ele não esteja fisicamente, ele nunca se vai do coração, fica para sempre como o nosso anjo da guarda, e todas as noites nos brinda com o brilho das estrelas! E o que somos hoje? Devemo-lo a eles. É algo que fica sempre, o que eles nos ensinaram. É preciso muita força, um pai nunca nos deixa sem nada, e não há orgulho maior.
Se dei valor ao que tenho, foi hoje. Obrigada por tudo pai, só espero que tenhas tanto orgulho em mim como tenho em ti.

1 comentário:
Um pai que tem uma filha assim, creio que se deve sentir a pessoa mais feliz à face da terra.
Abraço para o pai, beijinho para a filha!
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