"Expressar por escrito o amor que temos por outra pessoa, é mais do que uma homenagem, é uma forma de tocar a eternidade."
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Um ano, e tal
Ja lá vai um ano, e tal.
Há um ano chorava de alegria, hoje choro de tristeza, desalento, desistência, desânimo, desespero, tudo. Tudo mau.
Porque é que tens de ser assim? Eu lutei por ti ate à ultima, mesmo sabendo o quanto podia voltar a sofrer, e cá esta, aconteceu. Voltaste ao velho "tu", e afinal, nada mudou.
Há um ano, eu estava a começar a amar-te. Sim, naquele dia em que a chuva que caía foi testemunha dos beijos que trocámos em prol daquele compromisso que naquela hora travámos. Tu tornavas-te assim no meu príncipe grande, e eu numa princesa, a tua pequenina princesa.
Foram tempos tao felizes, os mais felizes em toda a minha ingrata vida, arrisco-me a dizer.
Perante tudo o que se passou este ano, sou obrigada a desistir, a seguir, a respirar só por mim.
Mas se te amo, e se sinto a tua falta a cada dia que passa, como posso?
Eras os sonhos que constituíam o meu futuro, agora vivo cada dia com a dificuldade de saber se sequer quero ter um futuro.
Nao te peço que voltes, porque por muito que o meu coraçao queira isso, é hora de eu seguir outro caminho, que nao o teu.
Vales muito pouco, porém, sei que ainda tenho um lugar no teu coraçao de pedra, por muito pequenino que seja, e que me guardas na tua memoria, e que guardas tudo o que é meu e tudo o que te fui dando ao longo deste ano. Sinto que enquanto essa pulseira minha nao se partir em mil peçinhas, nos vamos estar ligados. Só espero que, pelo menos, consiga viver o resto dos meus dias só um pouco mais feliz, mesmo sem ti.
Irei lembrar-me de ti, ao pisar a areia e ver aquela imagem na minha mente, e à noite quando me for deitar à espera de uma mensagem qualquer (...) Só isso.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário