segunda-feira, 14 de outubro de 2013


























Fazer anos é sempre algo muito estranho, é sempre um misto de bom e de mau.
Sempre me assustou crescer, mas é bom sentir que mais um ano passou, mais um ano vivi. No entanto, o que passou não se pode mudar nem tão pouco voltar a viver, e isso provoca uma certa sensação de perda.
Mas este ano, algo me fez crer que apenas devemos dar valor a quem nesse mesmo dia temos connosco, porque são as pessoas que fazem os momentos, e são eles que nos fazem sentir vivos. Deixei a tendência de olhar para trás e para o que já passou, porque, precisamente, já passou e já não há nada que se possa fazer. Vivo, então e agora, numa tentativa de viver cada dia como um só, sem pensar no anterior ou no seguinte, tendo 18 ou 21 anos. A idade está no espírito com que se vive, e eu quero viver consoante o meu íntimo mandar, não como os estereótipos da idade o demandam. Porque a vida deve ser muito mais do que aparências ou do que fazer o que é suposto porque se tem aquela idade ou aquele estatuto. Chega de pensar que tenho de envelhecer e amadurecer à força, a idade é só um número.
E eu tive um dia tão cheio de amor, carinho e amizade, que só tenho de agradecer a quem o tornou assim!
É o terceiro aniversário que passo com aquele que definitivamente me dá todas as razões para continuar, e o principal agradecimento vai para ele!

2 comentários:

Anónimo disse...

Vivemos na ansia que partilhes connosco estas tuas prosas que, definem tão bem tudo o que sentes. Tu expressas de tal forma as tuas alegrias, tristezas, "Medos", coragem, que nós ao lermos tudo isso, sentimo-nos como personagem da tua escrita. Não pares, o que já afirmei, acredito firmemente que um dia se irá realizar, receber autografado por ti, aquele livro que terás que editar. Amizade de sempre.

carolinacruz disse...

Como te entendo.
A idade está no espírito, e no que nos envolvem.
Adorei,
beijinhos *

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