quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

















Hoje deu-me um medo enorme de te perder.























Não, meu amor, tu não fizeste nada para isso. Tu, tu que fazes tudo certo, e só me dás certezas. Incrível, não? Para quem quase já mandou matar o meu coração, agora depositar-te uma confiança que não se iguala a nada, nada.
Mas hoje deu-me um medo enorme de te perder.
Tenho medo que algo que nos ultrapasse nos separe, não sei… Nunca me deixes, não?
Ainda temos muito que viver. E juntos eu sei que vamos tornando a vida de cada um melhor. E tu também sabes, e dizes-me muitas vezes que o sentes. Já prometi muitas vezes a mim mesma que ainda vou arranjar uma palavra que descreva o que nos une, porque as que já existem parecem tão pouco… Se te amo? De uma forma inexplicável, la está.
Eu vejo sempre a minha vida contigo, daqui para a frente, da frente para trás, das avessas, e como tiver que ser, venha o que vier, eu quero e sei que vou estar sempre contigo.
O meu maior desejo era que o tempo passasse a correr para nós vivermos tudo o que há para viver, mas assim, a este ritmo, as coisas vão tendo outro sabor, o nosso sabor.
Hoje assombrou-me um medo de um dia não estares mais para mim, quem ama, tem sempre medo de perder, mas depois de tudo, acreditar que fique sem ti eu não acredito mais. Nós dois fomos feitos muito pra nós dois!

sábado, 7 de janeiro de 2012

Amanheceu frio.
É inverno, e não se esperava diferente, mas o calor deixa cada vez mais saudade.
Não apetece fazer nada, e eu que por hábito me levanto cedo, hoje acho que dormiria o dia completo.
Preguiçosa por natureza, acho que é excepcionalmente um dia de muita. Mas deu-me para escrever.
É daqueles dias em que só apetece deitar no sofá, embrulhada num cobertor, a ver um filme qualquer, sem tirar o pijama até voltar de novo para a cama. E, de preferência, com boa companhia.
Mas oh, logo hoje não te vejo. Tenho de guardar as minhas vontades e sonhar acordada com elas.
É, ainda ontem te vi e já acordei com saudades.
É sinal de que gosto de ti, gosto de estar contigo, gosto de nós, gosto do que é nosso, e gostava de estar agora contigo.

Um amor distante, mas muito presente, um amor que encurta a distância e une dois corações em um só coração, um amor que dá a certeza de nos pertencermos, mesmo quando as impossibilidades são reais, isto é o nosso amor.



domingo, 1 de janeiro de 2012


Mais um ano que passa.
Ainda me lembro de há um ano atrás vir aqui e escrever acerca de, provavelmente, acabar com o blog. Alegava que a minha inspiração estava diferente, e que os motivos de escrever eram negativamente sempre os mesmos.
O título que dei a esse texto e, no fundo, um grande desejo meu foi "que 2011 seja melhor, muito".
Sabem que mais? Foi, foi mesmo!
A razão pela qual criei este blog tem agora mais razão do que nunca. Quando a minha esperança já estava mesmo fraca, incapaz, inútil... tu voltaste.
Tens noção do que isso significa?
Ele tem, sabem. Faço questão de lho dizer quase todos os dias. Devolveu-me a minha velha vontade de viver, devolveu-me um sorriso sincero que eu julgava perdido, devolveu-me as borboletas na barriga, devolveu-me um sono tranquilo, devolveu-me uma vontade de acordar todos os dias, devolveu-me a razão para viver.
E agora, ao olhar para trás, eu não quero saber do que pensam ou no que virá.
Só sei que não me arrependo de nada. Luto pela minha felicidade, e se a minha felicidade desde à muito que estava nele, eu quis tentar agarrá-la, aceitar uma vontade de pedir perdão e ver num olhar, verdade.
Sinto-me a pessoa mais feliz, sabem? Completamente completa.
Sem dúvida que o ano não podia acabar melhor, e sabem mais uma coisa? Agora acredito que as passinhas da meia-noite, seja a curto ou longo prazo, podem trazer-vos sempre um desejo que seja. ♥

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