segunda-feira, 17 de setembro de 2012

É estranho, mas um estranho bom. Quando as coisas correm assim como têm corrido, bem, não há tanta vontade ou inspiração para escrever.
A raiva e o descontentamento, expressam-se tão melhor em palavras rudes! E a felicidade e o amor, que já são palavras tão ricas por si próprias, não me dão tantas asas para escrever, dão-me sim força para sentir tudo ao mais ínfimo pormenor, e deitar-me descansada sem ter de dar satisfações do bem que me sinto!
No fundo, este sempre foi aquele cantinho onde outrora eu desabafava mágoas que já não tenho, em tempos que o meu sofrimento já não se justificava para ninguém.
Hoje justificou-se, e muito. as coisas acontecem porque assim têm de acontecer, e tudo o que eu passei, hoje é-me recompensado todos os dias. Sim, todos os dias ele me trata como se tivesse de se redimir de todos aqueles em que me fazia chegar aqui e escrever, e chorar, e sofrer.
Hoje sorrio, canto, danço, vivo sossegada e sou feliz. Tudo graças à mesma pessoa, tudo graças a uma mudança, tudo graças a quem me ensinou a perdoar e a acreditar sempre no valor das pessoas.
E todos os dias me apetece gritar ao mundo o bem que me fazes, a pessoa que és, o amor que me tens.
Fazes parte de mim, como eu de ti, como não podia deixar de ser, como eu um dia deixei de acreditar que assim fosse, e tu vieste e fizeste-me acreditar que o nós tinha um nome: destino.
Inventaria quantas palavras fossem necessárias para te mostrar o quanto gosto e me orgulho de ti. As que existem já parecem pouco para representar o turbilhão de coisas que sinto, mas eu vou tentando usá-las da melhor forma a tocar o teu coração e a agradecer-te por acordar todos os dias com uma vontade enorme de viver acompanhada de um sorriso, ainda que chova, porque te tenho a ti, meu único grande amor.


quarta-feira, 11 de julho de 2012


É verdade, parece impossível, depois das voltas que démos. Ora juntos, ora separados, ora com dúvidas, ora cheios de certezas. É de facto estranho, mas um estranho muito bom ter-te comigo com tanta segurança, hoje e já há tanto tempo.
À medida que o tempo passa só tenho mais medo que algo te faça fraquejar outra vez.
Mas eu confio-me a ti todos os dias, e só espero que não me falhes mais.
Amo-te de forma absurda, impossível de explicar. és o amor que eu esperei uma vida inteira, um sonho de menina, um sentimento que me arrebatou e aquilo que me motiva a viver. Acho que o que nos une é lindo, e só te peço que nunca deixes que algo deite isso a perder 

sábado, 30 de junho de 2012


E pronto, já lá vai um. Um ano!
Um ano desde que eu voltei a acreditar. em ti, em mim, em nós.
Um ano desde que quis recuperar uma confiança perdida, que quis aceitar acompanhar-te de outra forma numa mudança que já naquela altura se fazia sentir de outra maneira. Não eras o mesmo, e algo me dizia que tinhas tomado consciência.
Sim, eu queria começar de novo, tentar uma última vez, juntar a minha vontade à tua e responder-te o que querias ouvir.
Eu não te podia deixar fugir, não a ti, que foste quem melhor havia representado a felicidade na minha vida, apesar de tudo.
E contam agora então 365 dias, e mais alguns, desde que tudo levou outro rumo, desde que um pesadelo se tornou no sonho que ainda é, dia após dia. com apoio ou sem apoio, vamos caminhando do nosso jeito.
Todos os dias me provas o que sentes, para que eu não perca a certeza e a segurança que me trouxeste. O sorriso que trago, foste tu que me de(volve)ste. Não preciso de mais nada para viver feliz, só tu, e o resto.
Agora tudo é diferente. Pertencemos indiscutivelmente um ao outro, porque tinha de ser assim.
Eu não sei, mas há algo muito forte que nos une, o nosso lugar é um ao lado do outro, e embora em tempos muito distintos, ambos nos apercebemos disso. Hoje isso é visível aos olhos de qualquer um!
Só quero cuidar sempre de ti e garantir que estás bem, sempre.
Depois de tudo, sou a pessoa mais feliz contigo, e sei que nada vai fazer com que voltemos as costas. Acredito em ti com toda a força que tenho, e confio-me a ti. Obrigada por não teres desistido, se é que existe destino, nós sabemos bem a sua definição.

És tudo, obrigada pelo melhor ano da minha vida!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Terei sonhado?
Bom, não. De facto, fui, mas tudo pareceu um sonho. Agora, já de regresso, pergunto-me um cento de vezes se terei mesmo estado em todos os locais onde me revejo nas fotos. É incrível.
Nunca foi uma cidade que desde sempre tivesse o sonho de visitar, não por não gostar, mas por desconhecer os seus encantos. No entanto, fiquei fã, deslumbrada, apaixonada.
É um mundo completamente aparte. Um país cheio de regras, respeito, direitos, deveres, certezas, igualdade, ordem e, acima de tudo, educação.
Sinto que estava dentro de um filme, com os autocarros vermelhos de dois andares a circular a toda a hora nas ruas da cidade, com algo estranho que me fascinava, que a minha instantânea ignorância não identificou, mas no momento a seguir descobri a diferença: o volante à direita. Um pormenor tão sórdido, mas que me levou desde logo a dar uma importância aos pormenores de toda aquela cidade de sonho. Os carros pareciam-me andar em sentido contrário, e o que a mim me parecia fazer uma confusão enorme, claro que para eles é banal. É engraçado como nas passadeiras não sabia para onde olhar, mas logo olhava para o chão e encontrava escrito "look right" ou "look left". Os carros são conduzidos a uma velocidade que permite o trânsito fluir com um respeito notável uns pelos outros, arrisco-me a dizer que era um trânsito que transmitia calma, e eu sei o quanto isto parece irreal! As ruas, asseadas. Tudo limpíssimo, com um aspecto sempre propício a ser apreciado, e nunca o contrário. No metro, o hábito das pessoas chegarem e respeitarem a máxima de se posicionarem sempre à direita, para não impedir a passagem aos mais apressados. E caso me tocassem sem eu quase nem dar por ela? Logo se dirigiam a mim com um "sorry" expressivo e um sorriso a acompanhar. É realmente uma educação enorme a que se transmite.
O Big Ben, o símbolo de Londres, transmitiu-me um sentimento de pensar para comigo e dizer "eu estou mesmo aqui!". Um mo(nu)mento lindo.
E eu acho que tive uma oportunidade única, viver alguns dias neste conto, nesta cidade mágica, fez-me ter outra perspectiva do que é o mundo, a vida, o dia-a-dia, as relações entre as pessoas.
Por outro lado, partilhei a melhor experiência da minha ainda curta vida, com duas das pessoas mais importantes dela! E também sou uma sortuda por isso.




É algo que recordarei para o resto da minha vida, aconteça o que acontecer. Foi mágico! Sim, mágico é a palavra.

sábado, 3 de março de 2012


É bom sentir a tua mudança. Ouvir coisas da tua boca que soam tão bem e mostram como és outro, e que me trazem mais confiança. Amo-te de uma forma tão intensa, que é difícil de passar cá para fora tamanha força. Acredita que é muito por nós que me dá vontade de viver, a cada dia. a felicidade está do nosso lado, e a estabilidade dela nas nossas mãos. Temos tudo para dar certo, e a nossa cumplicidade diz muito do que nós somos juntos. Só não te queria perder nunca do meu alcance, e poder chamar-te sempre do meu menino*

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

















Hoje deu-me um medo enorme de te perder.























Não, meu amor, tu não fizeste nada para isso. Tu, tu que fazes tudo certo, e só me dás certezas. Incrível, não? Para quem quase já mandou matar o meu coração, agora depositar-te uma confiança que não se iguala a nada, nada.
Mas hoje deu-me um medo enorme de te perder.
Tenho medo que algo que nos ultrapasse nos separe, não sei… Nunca me deixes, não?
Ainda temos muito que viver. E juntos eu sei que vamos tornando a vida de cada um melhor. E tu também sabes, e dizes-me muitas vezes que o sentes. Já prometi muitas vezes a mim mesma que ainda vou arranjar uma palavra que descreva o que nos une, porque as que já existem parecem tão pouco… Se te amo? De uma forma inexplicável, la está.
Eu vejo sempre a minha vida contigo, daqui para a frente, da frente para trás, das avessas, e como tiver que ser, venha o que vier, eu quero e sei que vou estar sempre contigo.
O meu maior desejo era que o tempo passasse a correr para nós vivermos tudo o que há para viver, mas assim, a este ritmo, as coisas vão tendo outro sabor, o nosso sabor.
Hoje assombrou-me um medo de um dia não estares mais para mim, quem ama, tem sempre medo de perder, mas depois de tudo, acreditar que fique sem ti eu não acredito mais. Nós dois fomos feitos muito pra nós dois!

sábado, 7 de janeiro de 2012

Amanheceu frio.
É inverno, e não se esperava diferente, mas o calor deixa cada vez mais saudade.
Não apetece fazer nada, e eu que por hábito me levanto cedo, hoje acho que dormiria o dia completo.
Preguiçosa por natureza, acho que é excepcionalmente um dia de muita. Mas deu-me para escrever.
É daqueles dias em que só apetece deitar no sofá, embrulhada num cobertor, a ver um filme qualquer, sem tirar o pijama até voltar de novo para a cama. E, de preferência, com boa companhia.
Mas oh, logo hoje não te vejo. Tenho de guardar as minhas vontades e sonhar acordada com elas.
É, ainda ontem te vi e já acordei com saudades.
É sinal de que gosto de ti, gosto de estar contigo, gosto de nós, gosto do que é nosso, e gostava de estar agora contigo.

Um amor distante, mas muito presente, um amor que encurta a distância e une dois corações em um só coração, um amor que dá a certeza de nos pertencermos, mesmo quando as impossibilidades são reais, isto é o nosso amor.



domingo, 1 de janeiro de 2012


Mais um ano que passa.
Ainda me lembro de há um ano atrás vir aqui e escrever acerca de, provavelmente, acabar com o blog. Alegava que a minha inspiração estava diferente, e que os motivos de escrever eram negativamente sempre os mesmos.
O título que dei a esse texto e, no fundo, um grande desejo meu foi "que 2011 seja melhor, muito".
Sabem que mais? Foi, foi mesmo!
A razão pela qual criei este blog tem agora mais razão do que nunca. Quando a minha esperança já estava mesmo fraca, incapaz, inútil... tu voltaste.
Tens noção do que isso significa?
Ele tem, sabem. Faço questão de lho dizer quase todos os dias. Devolveu-me a minha velha vontade de viver, devolveu-me um sorriso sincero que eu julgava perdido, devolveu-me as borboletas na barriga, devolveu-me um sono tranquilo, devolveu-me uma vontade de acordar todos os dias, devolveu-me a razão para viver.
E agora, ao olhar para trás, eu não quero saber do que pensam ou no que virá.
Só sei que não me arrependo de nada. Luto pela minha felicidade, e se a minha felicidade desde à muito que estava nele, eu quis tentar agarrá-la, aceitar uma vontade de pedir perdão e ver num olhar, verdade.
Sinto-me a pessoa mais feliz, sabem? Completamente completa.
Sem dúvida que o ano não podia acabar melhor, e sabem mais uma coisa? Agora acredito que as passinhas da meia-noite, seja a curto ou longo prazo, podem trazer-vos sempre um desejo que seja. ♥

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