domingo, 9 de outubro de 2011


“Esperava por ti porque achava que podias ser o homem da minha vida. (hoje tenho a certeza.) E esperava por ti porque sei esperar, porque nos genes ou na aprendizagem da sabedoria mais íntima e preciosa, havia uma voz firme e incessante que me pedia para esperar por ti. E eu gostava de ouvir essa voz a embalar-me de noite antes de, tantas e tantas vezes, te encontrar nos meus sonhos, e a acalentar-me de manhã, quando um novo dia chegava e me fazia pensar o quão longa e inglória podia ser a minha espera. (hoje foi tudo menos inglória )

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