sábado, 30 de julho de 2011

Quarenta e três mil e duzentos

Um mês, trinta dias, 720 horas, 43.200 minutos. Parece tanto! Um mês resumido a uma eternidade pela qual nem demos por passar. Eu cá, acho que é por gostar de gostar de ti, assim como gosto, como adoro, como amo e tenho vindo a amar.
Esta data lembra-me um sonho, mas um sonho que ainda não tive... O sonho que será o futuro, o nosso futuro, partilhado por nós, desta vez conscientes de que o tempo e a idade pouco ou nada revelam. Revela sim a doçura do teu beijo, o teu peso no meu coração, a tua presença constante na minha memória, o adormecer contigo na cabeça, este amor que não tem idade, lugar ou hora exacta, mas que simplesmente é vivido por nós sem pressas, sem regras, porque o mais importante é que eu faça sempre parte de ti e tu de mim, como se os nossos corações se fundissem.
O bater dos nossos corações, é fruto de um sonho a dois, consequência da nossa total cumplicidade!
Fazes-me sentir coisas que não explico, mas que posso comparar a como se tivesse asas para tocar no céu, tocar o infinito, tocar o teu subconsciente, e ter a certeza de que todos os dias adormeço na tua memória. Tu dás-me essa certeza de uma forma tão forte como nunca antes havias conseguido.
O nosso amor é agora uma bonita pedra da vida, que se vai moldando a nós com a erosão do tempo e o passar dos dias, e se a cada dia nos aprendermos a amar um pouquinho mais por cada pormenor, iremos deixar nela uma marca doce, tal como o que há entre nós. E também um sentido de fortaleza, tal como uma pedra é forte, nós a deixaremos tal e qual, porque o somos também.
E forte, muito forte, é aquilo que me liga a ti, hoje. Amanhã será ainda mais. E depois ainda mais... serei capaz até de contar os segundos, em vez de meses ou anos, porque quanto mais tempo eu vir para trás, mais vou querer avançar contigo, e orgulhar-me do que soubemos construir.
Há coisas muito bonitas na vida, as mais bonitas são vindas do interior de cada um, com palavras simples, sinceras e com significado. E sabes o que também é muito bonito? O amor. E por mim, o nosso, vai deixar a forma de uma pedrinha do tempo perfeita*

quinta-feira, 28 de julho de 2011



Tenho saudade tua, meu amor.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Vivo uma felicidade estranha, de certo modo.
Parece impossível, eu já não esperava por isto, é bom demais. Pergunto-me à volta de para lá de muitas vezes ao longo do meu dia se estarei a sonhar. Esbofeteio-me até, num acto de tentar acordar, mas acho que esta é mesmo a minha realidade e tu voltaste a fazer parte dela, como nunca antes havias conseguido!
É uma sensação de pertença muito mais forte, um sentimento que se torna cada vez mais difícil de explicar. O tempo passou e parece que em vez de deixar tudo baço, veio esclarecer o sentido de tudo, trouxe certezas, muitas. Trouxe uma vontade de fazer com que o tempo passe a correr para que nem tenha um segundo para nos dar oportunidade de estarmos por mais do que dias separados. Não dá, sem ti não dá mais, morreria por dentro de vez se te visse outra face, sem ser aquela que me mostras agora, aquela que me faz acordar, viver, lutar a cada dia. E sufoco quando a cada segundo me dá uma vontade louca de te dizer o que significas, o que sempre significaste e o que eu sei que significarás sempre! Porque faltam-me as palavras, parecem todas tão pouco para tu poderes ter a noção do que és em mim. Às vezes torna-se complicado pensar que de tão tenra idade estas certezas todas podem parecer um simples conto de fadas, mas eu sei bem, sei bem que se quisermos, pode sê-lo, mas o nosso, o real.
Ainda me estou a habituar à ideia de que tudo aquilo por que passei, é agora em vão, e vejo-te de novo agora e sempre na minha vida, porque assim quiseste.
Eu sabia que um dia havias de dar valor, sem obrigações. Esperei calada, mas aceito-te agora de braços abertos e a gritar ao mundo que acredito mais do que ninguém, e só quero ser feliz de um jeito simples, amando-te pelos pormenores, sorrindo a cada dificuldade, vivendo por isto, por nós.

seguidores *