quinta-feira, 1 de maio de 2014

Tenho-me sentido um pouco perdida ultimamente. As certezas são nenhumas, e a única vontade é que a vida corra como tiver que ser, sem pensar muito.
O teu apoio é fundamental. Tu estás sempre cá, mesmo que estejas acolá ou ali.
Crescemos juntos, tu amadureceste comigo, e a vida deu uma volta enorme! Mas nós estamos iguais. Mentira... Mais unidos talvez. Cada vez mais, arriscaria-me a dizer.
Parece que estamos parados a ver a vida a passar à nossa frente, não porque não façamos nada com ela, mas porque ela passa e nós estamos sempre os mesmos, no ombro um do outro. Faço-me entender? É como se o nosso mundo fosse uma coisa, e o mundo lá fora, outra, distinta.
E hoje, ao ver-te sair de madrugada pela primeira vez, porque a responsabilidade assim o exige de agora em diante, deu-me um aperto no peito. Parece que não era suposto eu deixar-te ir, parece que me apetecia ir contigo, porque queria poder acompanhar-te para todo o lado e dar-te a força de que precisas a cada segundo! Porque o teu lugar àquela hora era ao pé de mim. Mas disse bem: era. O tempo não pára, e nós já não somos aquele rapaz e aquela rapariga que se encontravam nos intervalos das aulas e que ao fim do dia tinham sempre tempo.
Hoje eu senti o peso do tempo que já passou por nós, mas mais importante, senti que nós não sentimos esse tempo, porque estamos igual ao que sempre fomos, independentemente do resto.
O teu amor é o que de mais constante e certo eu tenho na minha vida, esta vida que se revela tão traiçoeira e bonita ao mesmo tempo.
És o meu príncipe... Sei que ao teu lado tudo vai parecer sempre mais fácil!

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